sábado, 25 de julho de 2009

Against All Odds (Take a Look at Me Now)

How can I just let you walk away?
Just let you leave without a trace
When I stand here taking every breath with you, ooh
You're the only one who really knew me at all

How can you just walk away from me,
when all I can do is watch you leave
'Cause we've shared the laughter and the pain
and even shared the tears
You're the only one who really knew me at all

So take a look at me now, 'cause has just an empty space
And there's nothing left here to remind me,
just the memory of your face
Just take a look at me now, who has just an empty space
And you coming back to me is against the odds
And that's why I've gotta take

I wish I could just make you turn around,
turn around to see me cry
There's so much I need to say to you,
so many reasons why
You're the only one who really knew me at all

So take a look at me now, 'cause has just an empty space
And there's nothing left here to remind me,
just the memory of your face
Just take a look at me now,
'cause there's just an empty space

But to wait for you, is all I can do
and that's what I've gotta face
Take a good look at me now, 'cause I'll still be standing here
And you coming back to me is against all odds
and that's what I've got to face

Take a look at me now

(Phil Collins)

Ps: Adorei o modo o qual essa música chegou até mim.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Grey Room

Well I've been here before
Sat on the floor in a grey, grey room
Where I stay in all day
I don't eat, but I play with this grey, grey food

Desole, if someone is prayin' then I might break out,
Desole, even if I scream, I can't scream that loud

I'm all alone again
Crawling back home again
Stuck by the phone again

Well I've been here before
Sat on a floor in a grey, grey mood
Where I stay up all night
And all that I write is a grey, grey tune

So pray for me child, just for a while
And I might break out
Pray for me child
Even a smile would do for now

So I'm all alone again
Crawling back home again
Just stuck by the phone again

Have I still got you to be my open door?
Have I still got you to be my sandy shore?
Have I still got you to cross my bridge in this storm?
Have I still got you to keep me warm?

If I squeeze my grape, then I drink my wine
Coz if I squeeze my grape, then I drink my wine
Coz nothing is lost, it's just frozen in frost,
And it's opening time, there's no-one in line

But I've still got me to be your open door,
I've still got me to be your sandy shore
I've still got me to cross your bridge in this storm
And I've still got me to keep you warm

Warmer than warm...

(Damien Rice)

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Sempre em mim

Não quero esquecer
Mesmo que a dor seja tanta
Que isso seja o melhor a fazer
Não esqueço

Não quero parar de pensar
Nem um minuto sequer
No que ficou pra trás
Não deixo de pensar

Por mais que a ferida doa
Por mais que o tempo passe
Eu não esquecerei jamais
Nunca... Estará sempre em mim

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Por trás de um sorriso

Consegue ver esse sorriso permanente em meu rosto?
É tanto que ele esconde...

Um coração ferido,
O conhecimento da solidão que me espera,
O fim de tudo quase no início...

Se eu sorrio é para tentar dilacerar a dor,
Comprimí-la ao máximo no meu peito já gasto pelo aborrecimento,
Enterrá-la em algum lugar da minha massa cinzenta onde ela possa permanecer escura e negra sem tirar a cor de meus dias...

Já não sinto mais vontade de sorrir,
Muito menos de chorar...
Não há mais luz no fim do túnel.

Mas eu sorrio mesmo assim,
Desse modo posso dilacerar,
Comprimir,
Enterrar,
Esquecer...

terça-feira, 21 de julho de 2009

O pouco do tempo

Sempre tive minhas dúvidas sobre o pouco do tempo...
Hoje eu sei que o que é bom dura pouco.
Um beijo...
Um toque...
Um carinho...
A beleza das manhãs ao seu lado...
O pôr-do-sol nas janelas do metrô enquanto voltamos pra casa.
Qualquer coisa que me traga nossas lembranças me faz ter essa certeza: o que é bom dura pouco.
Não que o amor seja pouco; não que a vontade de ficar seja pouca.
As coisas simplesmente são assim...
Sonhos bons duram pouco e sempre durarão.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Inscrição

Na mesma pedra se encontram,
Conforme o povo traduz,
Quando se nasce - uma estrela,
Quando se morre - uma cruz.
Mas quantos que aqui repousam
Hão de emendar-nos assim:
"Ponham-me a cruz no princípio...
E a luz da estrela no fim!"

(Mário Quintana, Antologia poética)

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Nenhum coração é uma ilha

O dia dos namorados nunca me pareceu uma data importante. Não quero me fazer de solteirona convicta com essa afirmação, é só que datas comemorativas nunca tiveram um valor significativo na minha vida, ou melhor, eu sempre preferi que não tivesse; principalmente um dia como esse, no qual todos parecem ter seu par romântico perfeito e você se encontra na mais completa solidão.
Quanto à comemoração há sempre como omitir a vontade de ganhar presentes e participar da data, afinal o Dia dos Namorados não passa de mais um dia marcado pelo consumo no nosso calendário. Mas como omitir a vontade de compartilhar o momento com alguém especial? Como evitar sofrimento, em tal data, por um amor não correspondido?
Às vezes o nosso orgulho nos faz exprimir a idéia de que não precisamos de ninguém mais para sermos felizes; deixamos na solidão um rastro de satisfação, uma amostra de convicção na qual o eu já basta.
Porém na realidade se encontram as contradições da mente. É claro que uma vida amorosa "bem-sucedida" reflete nos outros "setores" da vida. Portanto, omitir um verdadeiro sentimento sobre o dia dos namorados seria um erro violento, já que os admiráveis compositores já citaram em suas músicas: "Fundamental é mesmo o amor, é impossível ser feliz sozinho".

(Laboratório de Redação, curso Objetivo; Tema: Dia dos namorados; Juliana Sampaio da Costa)